Tunguska: A Explosão Que Nunca Teve Explicação Definitiva

Na manhã de 30 de junho de 1908 , uma explosão colossal devastou cerca de 2.150 km² de floresta na região de Tunguska , na Sibéria . Árvores foram derrubadas como palitos de fósforo. O impacto foi sentido a centenas de quilômetros de distância. E, ainda assim, nenhuma cratera foi encontrada. Mais de um século depois, o Evento de Tunguska continua sendo um dos maiores mistérios científicos da era moderna. O Que Aconteceu em Tunguska? Relatos de moradores locais descrevem um clarão no céu, seguido por uma onda de choque devastadora. Casas tremeram. Pessoas foram arremessadas ao chão. Animais morreram instantaneamente. Estima-se que a explosão tenha liberado energia equivalente a 10–15 megatons de TNT — centenas de vezes mais poderosa que a bomba de Hiroshima . E o mais intrigante: não houve impacto direto no solo. A Hipótese do Asteroide ou Cometa A explicação mais aceita hoje é que um asteroide ou fragmento de cometa entrou na atmosfera terrestre e explodiu antes de atingir o chão —...

O necessário é pouco

Não se iluda o necessário sempre será pouco, almejamos o extraordinário, mesmo que nosso consciente afirme o contrário.
Contentamento é o que nos aproxima do fim, extermina sonhos e nos coloca na condição passiva de observadores do que nos rodeia.

Isso não significa que o simples não seja o extraordinário, afinal de contas esse termo é um tanto quanto relativo.

Viajei o brasil apenas com o que me era relativamente necessário em minha juventude, uma bolsa, um mapa e muito artesanato para vender ou simplesmente trocar pelas minhas necessidades diárias.

Conheci pessoas que tinham como necessário um carro, uma boa casa, uma bela conexão com a internet e muitas mulheres; outros estavam satisfeitos apenas pela presença de seu cão de estimação. Ambos tinham, relativamente e basicamente, as mesmas dificuldade em manter suas necessidade.



Cada ponto de vista deve ser analisado de um ponto e a conclusão que eu tive é que as necessidade te privam da liberdade real. O apego à realidade e ao que temos como valor necessário para a subexistência é o que nos move pelo mundo, mantêm as engrenagens sociais em funcionamento. Mas a busca pelo extraordinário é o que nos torna maiores, nos transforma em sonhadores.

O importante não são nossas necessidades, mas sim o por que se fazem importantes: Ego, posição, social, dinheiro, liberdade, prestígio, ou  simplesmente um saco de ração e uma marmita, cada um tem o que o motiva. Podemos fazer uma listagem enorme daquilo que nos faz seguir em frente.

Me atrevo a dizer que o necessário é sonhar. Manter acesso o descontentamento, é isso que nos faz seguir em frente. Considerar o necessário como algo material é minimizar a importância de nossos objetivos, reduzir nossas metas apenas ao palpável e fácil.

Não, eu não quero apenas o necessário, pretendo conquistar o extraordinário, voar pelas estrelas, abraçar o sol, pegar carona em um cometa, andar descalço no chão de terra, mergulhar em águas profundas para conhecer criaturas abissais, circular entre leões e brincar com golfinhos.

Meu necessário não é palpável materialmente, mas é o que alimenta meus sonhos e que me impulsiona rumo ao extraordinário.....

Renato Fernandes




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