Tunguska: A Explosão Que Nunca Teve Explicação Definitiva

Na manhã de 30 de junho de 1908 , uma explosão colossal devastou cerca de 2.150 km² de floresta na região de Tunguska , na Sibéria . Árvores foram derrubadas como palitos de fósforo. O impacto foi sentido a centenas de quilômetros de distância. E, ainda assim, nenhuma cratera foi encontrada. Mais de um século depois, o Evento de Tunguska continua sendo um dos maiores mistérios científicos da era moderna. O Que Aconteceu em Tunguska? Relatos de moradores locais descrevem um clarão no céu, seguido por uma onda de choque devastadora. Casas tremeram. Pessoas foram arremessadas ao chão. Animais morreram instantaneamente. Estima-se que a explosão tenha liberado energia equivalente a 10–15 megatons de TNT — centenas de vezes mais poderosa que a bomba de Hiroshima . E o mais intrigante: não houve impacto direto no solo. A Hipótese do Asteroide ou Cometa A explicação mais aceita hoje é que um asteroide ou fragmento de cometa entrou na atmosfera terrestre e explodiu antes de atingir o chão —...

Ele preferiu flores em seu caminho de pedras



Arthur era um funcionário público da pequena cidade Laranjal Paulista, sua função era de extrema responsabilidade mas ainda assim tinha um certo tempo livre para ler e analisar bons livros e indicar aos amigos, com observações brilhantes.

Simples e inteligente Arthur decidiu que construiria sua própria casa e queria um forte alicerce de pedras. Porém, para ter esse alicerce ele percorria um longo caminho entre a sua construção e a pedreira da cidade.

Ao longo desse caminho entre sua casa e a construção, a construção e a pedreira (onde ele ia religiosamente empurrando uma carriola de pedreiro, cheia muito cheia) não havia cores, era apenas o cinza da cidade e o marrom da terra lisa e pronta receber as casas em um loteamento recém aberto.

O que me aproximou do Arthur foi um amigo em comum Daniel Leandro de Oliveira, e a literatura, Daniel me disse de um homem que gostava muito de ler e que fazia críticas e observações importantes nas margens de seus livros.

Fiquei interessado em conhecer essa pessoa de hábitos tão similares aos meus e perguntei a Daniel como encontrar o tal intelectual.

Daniel me respondeu. "Siga as flores".

Questionei, como assim?

E ele me deu as coordenadas que segui fielmente. No final de semana, com Daniel, fomos até o ponto indicado, seguindo as flores até a construção, que tinha como decoração um balaustre na parede, como se tivesse sido esculpido no local, e uma velha e medieval bomba de água em frente.

Assim conheci Arthur, e ele me passou muita coisa boa, indicou livros excelente, mas a curiosidade me atormentava, e após mais de meses de amizade perguntei a ele. Porque seu caminho é repleto de flores?

Ele me respondeu: - Por opção!

A curiosidade aumentou ainda mais: Como assim?

Arthur descobriu que a única maneira de mudar seu caminho é trilhando ele querendo mudança, então plantava as flores.

Meu último contato com Arthur foi no início dos anos 90, quando lhe demos de presente um livro "Decamerão", ele agradeceu e eu voltei para minha cidade natal: Botucatu.

Ainda sinto falta de amigos como o Arthur, o homem que muda seu caminho enquanto caminha sobre ele, ao invés de reclamar da trilha cinza ou do peso da carriola decidiu deixá-lo colorido e florido.

Renato Fernandes

Homenagem a um grande e inesquecível amigo, baseado em fatos reais com quase nenhuma ficção.

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