Tunguska: A Explosão Que Nunca Teve Explicação Definitiva

Na manhã de 30 de junho de 1908 , uma explosão colossal devastou cerca de 2.150 km² de floresta na região de Tunguska , na Sibéria . Árvores foram derrubadas como palitos de fósforo. O impacto foi sentido a centenas de quilômetros de distância. E, ainda assim, nenhuma cratera foi encontrada. Mais de um século depois, o Evento de Tunguska continua sendo um dos maiores mistérios científicos da era moderna. O Que Aconteceu em Tunguska? Relatos de moradores locais descrevem um clarão no céu, seguido por uma onda de choque devastadora. Casas tremeram. Pessoas foram arremessadas ao chão. Animais morreram instantaneamente. Estima-se que a explosão tenha liberado energia equivalente a 10–15 megatons de TNT — centenas de vezes mais poderosa que a bomba de Hiroshima . E o mais intrigante: não houve impacto direto no solo. A Hipótese do Asteroide ou Cometa A explicação mais aceita hoje é que um asteroide ou fragmento de cometa entrou na atmosfera terrestre e explodiu antes de atingir o chão —...

Inquisição acusou duas mulheres de Jundiaí por bruxaria no século XVIII




Se você acredita que a inquisição aconteceu apenas no outro lado do mundo, achando que no Brasil não existe resquícios da caça às mulheres acusadas de feitiçaria, então você não sabe de nada inocente.

Em 1754, a Justiça Eclesiástica de Jundiaí, interior de São Paulo, acusou Thereza Leyte e Escholástica Pinta da Silva, mãe e filha, pela prática de bruxaria.

No Tribunal do Santo Ofício elas foram incriminadas por terem estabelecido pacto com o demônio. A acusação dava conta de que elas teriam matado o primeiro marido de Escholástica, Manoel Garcia, com práticas de feitiçarias.

Quem traz à tona essa história é a pesquisadora e filóloga Narayan Porto em sua pesquisa de mestrado "Feitiçaria Paulista: Transcrição de Processo-crime da Justiça Eclesiástica na América Portuguesa do século 18".

Em seu trabalho de pesquisa Narayan analisou os manuscritos originais encontrados na Cúria Metropolitana de São Paulo sobre o processo crime referente as essas duas mulheres acusadas de feitiçaria. 

O Tribunal do Santo Ofícío


A pesquisadora busca ainda esclarecer como o Tribunal do Santo Ofício agiu na Europa e na América portuguesa e sua atividade no Brasil colonial.

O interessante dessa investigação é que ela foi realizada do ponto de vista da filologia ou seja, trazer o texto da forma como ele foi criado pelo autor. Portanto, ao mesmo tempo em que revela a história das supostas feiticeiras, o estudo verificou questões relacionadas ao tipo de papel utilizado na escrita, a tinta, as abreviaturas e outros aspectos da língua portuguesa do século 18.

O trabalho foi apresentado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP como parte do  projeto Bruxas Paulistas, sob orientação do professor Marcelo Módolo, do Programa de Pós-Graduação em Filologia e Língua Portuguesa.

A Inquisição no Brasil 


No Brasil, a inquisição se consolidou por meio do Tribunal do Santo Ofício, que recebia visitas de inquisidores vindos de Portugal para investigar comportamentos e práticas diferentes dos estabelecidos pela igreja católica.

Porém o movimento católico que foi criado para combater heresias e ameaças à fé cristã e começou no período colonial Europeu.

A caça às bruxas já vinha ocorrendo em países como França, Itália e Portugal a partir do século 12.

Esclareça suas dúvidas com os vídeos da TV USP



Com informações - Jornal da USP 

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