Tunguska: A Explosão Que Nunca Teve Explicação Definitiva

Na manhã de 30 de junho de 1908 , uma explosão colossal devastou cerca de 2.150 km² de floresta na região de Tunguska , na Sibéria . Árvores foram derrubadas como palitos de fósforo. O impacto foi sentido a centenas de quilômetros de distância. E, ainda assim, nenhuma cratera foi encontrada. Mais de um século depois, o Evento de Tunguska continua sendo um dos maiores mistérios científicos da era moderna. O Que Aconteceu em Tunguska? Relatos de moradores locais descrevem um clarão no céu, seguido por uma onda de choque devastadora. Casas tremeram. Pessoas foram arremessadas ao chão. Animais morreram instantaneamente. Estima-se que a explosão tenha liberado energia equivalente a 10–15 megatons de TNT — centenas de vezes mais poderosa que a bomba de Hiroshima . E o mais intrigante: não houve impacto direto no solo. A Hipótese do Asteroide ou Cometa A explicação mais aceita hoje é que um asteroide ou fragmento de cometa entrou na atmosfera terrestre e explodiu antes de atingir o chão —...

Siga sua trilha


Siga sua trilha
Não viva de nostalgia
Ela pode te parar
Vai te brecar
Levará ao retrocesso
Sem nexo
Só elos

Relembre o passado
De olhos no presente 
Na expectativa de um futuro
O que já teve atenção
Já foi visto e vivido
E os personagens...
Bem (mesmo hoje e sendo os mesmos); se tornaram outros 
Mudados...
...Pelo tempo, vivências, alegrias e tristezas

As garras do futuro assustam
Espanta os covardes, os medrosos e parasitas
O conforto do passado 
É aconchegante
Embriaga e vicia 

A saudade de um tempo ido
É igual aos mais caros entorpecentes
Vício paralisante motivado por lembranças
E conquistas que não retornam
Em um mundo onde as vitórias não devem parar

Que o passado seja um porto transitório de emoções
Não pousada para nossas mágoas e frustrações
Não colecione cacos de história
Construa seu caminho com conquistas diárias
Não pare na pista em um tempo que não volta

O caminhão das lembranças atropela quem o aguarda
Em busca de histórias já passadas.
Mas, constrói e leva para longe 
Aquele que decide seguir viagem 

Que o porto seguro das recordações 
Não te sufoque, não afogue
Ou o embriague com lembranças felizes
Graças a um presente amargo.

Fica estáticas no tempo
Te levará a um bom destino...
No banco da praça, ou sobre a marquise de prédios antigos
Usando como cobertor as sombras de seu passado lindo

Renato Fernandes

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