Tunguska: A Explosão Que Nunca Teve Explicação Definitiva

Na manhã de 30 de junho de 1908 , uma explosão colossal devastou cerca de 2.150 km² de floresta na região de Tunguska , na Sibéria . Árvores foram derrubadas como palitos de fósforo. O impacto foi sentido a centenas de quilômetros de distância. E, ainda assim, nenhuma cratera foi encontrada. Mais de um século depois, o Evento de Tunguska continua sendo um dos maiores mistérios científicos da era moderna. O Que Aconteceu em Tunguska? Relatos de moradores locais descrevem um clarão no céu, seguido por uma onda de choque devastadora. Casas tremeram. Pessoas foram arremessadas ao chão. Animais morreram instantaneamente. Estima-se que a explosão tenha liberado energia equivalente a 10–15 megatons de TNT — centenas de vezes mais poderosa que a bomba de Hiroshima . E o mais intrigante: não houve impacto direto no solo. A Hipótese do Asteroide ou Cometa A explicação mais aceita hoje é que um asteroide ou fragmento de cometa entrou na atmosfera terrestre e explodiu antes de atingir o chão —...

O sequestro de Aparecida Shunk a sogra do chefão da Fórmula 1

O sequestro de Aparecida Shunk a sogra do chefão da Fórmula 1


No dia 22/07/2016, por volta das 11h15min, dois homens então desconhecidos, passando-se falsamente por entregadores, bateram à porta da residência da Sra. Aparecida Shunk Flosi Palmeira, sendo ela arrebatada e sequestrada, com o uso do próprio veículo da vítima. No percurso, o carro da vítima foi abandonado, sendo ela colocada em outro veículo, que a levou, enfim, ao cativeiro.

Logo após o arrebatamento da vítima, Fabiana Ecclestone, filha de Aparecida e esposa de Bernie Ecclestone, bilionário inglês e chefe da Fórmula 1, recebeu e-mail dos sequestradores, exigindo-lhe o pagamento, a título de resgate, do valor de E$ 110.400.000,00 (cento e dez milhões e quatrocentos mil euros), U$ 5.000.000,00 (cinco milhões de dólares) e R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais).

Assim que a Polícia Civil de São Paulo tomou conhecimento dos fatos, a 1ª Delegacia Antissequestro, da Divisão Antissequestro, há época pertencente ao Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoal, iniciou as investigações.

Após exaustivo trabalho de campo, combinado com o uso da tecnologia da informação, os investigadores conseguiram identificar o veículo utilizado pelos sequestradores e, através dele, dois integrantes do grupo criminoso: David Vicente de Azevedo, vulgo “Playboy”, e Victor Oliveira Amorim.


O drama da equipe de investigações, contudo, ainda continuava. A prioridade da Polícia Civil era a preservação da vida e a soltura da vítima, e dessa forma, qualquer passo em falso dos investigadores, até mesmo a prisão precipitada dos criminosos, poderia selar o destino da Sra. Aparecida. Por tal motivo, os investigadores continuaram o trabalho de campo com vistas a identificar o cativeiro da vítima, concentrando seus esforços no bairro Jardim São Miguel, do município de Cotia/SP., área de atuação de David e Victor.

10 dias após o arrebatamento da vítima os policiais civis identificaram o cativeiro, no referido bairro, e lá conseguiram libertar a Sra. Aparecida Shunk Flosi Palmeira, sem que houvesse dano à sua integridade física e sem o pagamento de qualquer valor a título de resgate. Concomitantemente à soltura da vítima, foram presos David e Victor, sendo que o último realizava a função de “carcereiro” do cativeiro.

Após a soltura da vítima, os esforços foram concentrados em identificar e prender os demais integrantes do grupo criminoso. Desde o início das investigações recaiam suspeitas em Jorge Eurico da Silva Faria, como sendo o mentor intelectual do crime, o qual era piloto de helicóptero que por várias vezes prestou serviços para a família da Sra Aparecida, de forma tal que possuía informações privilegiadas para planejar a trama delituosa. Os policiais, então, encetaram diligências na casa de Jorge, também no município de Cotia, e lá o prenderam em flagrante delito, o qual, descobriu-se, era o autor dos e-mails extorsivos. Além disso, em sua residência foram encontradas cinco armas de fogo e farta munição.

A investigação, por fim, obteve sucesso em desarticular toda a quadrilha, com a identificação e prisão de Bruno de Jesus Silva, que participou do arrebatamento e condução da vítima ao cativeiro, Caio Augusto dos Santos Faria, que auxiliou na vigilância da vítima no cativeiro, e identificação de Milton da Cunha França e Danilo Pereira França, que participaram do planejamento e financiamento da ação criminosa.

Todos eles restaram indiciados pela Polícia Civil de São Paulo, processados e condenados pela Justiça.

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