Na manhã de 30 de junho de 1908 , uma explosão colossal devastou cerca de 2.150 km² de floresta na região de Tunguska , na Sibéria . Árvores foram derrubadas como palitos de fósforo. O impacto foi sentido a centenas de quilômetros de distância. E, ainda assim, nenhuma cratera foi encontrada. Mais de um século depois, o Evento de Tunguska continua sendo um dos maiores mistérios científicos da era moderna. O Que Aconteceu em Tunguska? Relatos de moradores locais descrevem um clarão no céu, seguido por uma onda de choque devastadora. Casas tremeram. Pessoas foram arremessadas ao chão. Animais morreram instantaneamente. Estima-se que a explosão tenha liberado energia equivalente a 10–15 megatons de TNT — centenas de vezes mais poderosa que a bomba de Hiroshima . E o mais intrigante: não houve impacto direto no solo. A Hipótese do Asteroide ou Cometa A explicação mais aceita hoje é que um asteroide ou fragmento de cometa entrou na atmosfera terrestre e explodiu antes de atingir o chão —...
Boate Kiss: “tive minha juventude arrancada”, diz sobrevivente
Gerar link
Facebook
X
Pinterest
E-mail
Outros aplicativos
O som alto, de repente, cessou. “Seria uma briga?”, perguntava-se o universitário Gabriel Rovadoschi, com 18 anos de idade. Uma fumaça se aproximava misturada a gritos dispersos. O cheiro forte aumentava a suspeita que teria havido alguma intervenção dos seguranças para dissipar a confusão. Nada disso. Ele foi descobrindo aos poucos, passo a passo, que era necessário fugir.
No pub em que estava, não via o palco. Cobriu o nariz e conseguiu encontrar a saída. “Eu coloquei a camiseta na frente da boca e do nariz. Tentei não respirar. Foi como se eu tivesse mergulhando”, recordou em entrevista à Agência Brasil. Era o primeiro final de semana do jovem em uma casa noturna. Havia sido convidado por uma amiga para ir à Boate Kiss, na cidade de Santa Maria (RS), naquele 26 para 27 de janeiro de 2013.
Faz 10 anos que aquela noite, os barulhos, os silêncios, os cheiros e tantas outras lembranças e sentimentos estão presentes. O jovem, nascido em Cachoeira do Sul (RS), foi um dos mais de 600 sobreviventes do incêndio que matou 242 pessoas. "Tive minha juventude arrancada", diz, sobre os efeitos do trauma.
O hoje psicólogo Gabriel é o presidente da Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria e resolveu se dedicar a unir luto e luta na mesma frase. Inconformado com a anulação do julgamento de quatro réus, chama a situação de impunidade.
Os sócios da boate Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos; e o auxiliar Luciano Bonilha Leão foram acusados de homicídio pelo Ministério Público do Estado. Foram condenados à prisão, mas, em agosto do ano passado, o julgamento foi anulado e eles ficaram livres.
Para Rovadoschi, não há motivo para esmorecer. Pelo contrário. Busca fazer com que mais vítimas possam falar e trocar sentimentos.
Além de representar famílias em busca de justiça, o rapaz defende também a construção de um memorial às vítimas, mais apoio aos familiares e todas as manifestações possíveis para que tragédias como essa nunca mais aconteçam.
Confira a entrevista com Gabriel Rovadoschi sobrevivente da Boate Kiss
Agência Brasil - Qual é, hoje, dez anos depois da tragédia, a principal luta dos familiares das vítimas e dos sobreviventes?
Gabriel Rovadoschi - A luta que inaugurou o movimento segue sendo a luta por justiça. Por respostas que já deveriam ter sido dadas há muito tempo. A gente segue lutando contra a impunidade, que está diante de nós. O nosso movimento surgiu ainda em 2013 (ano da tragédia) e contempla diferentes frentes: desde a luta pela justiça, pela memória, pela prevenção a novos acidentes e também pela fiscalização (para evitar outras tragédias).
Agência Brasil - Sobre a impunidade, que você cita, a anulação do julgamento, em agosto, impactou a luta de vocês?
Gabriel Rovadoschi - Sem a justiça sendo feita, a mobilização fica mais difícil para consolidação da memória, fazer, por exemplo, com que a cidade abrace essa história como história de cada um. Essa falta de justiça prejudica as outras frentes. Por isso, se faz tão necessária e incessante essa luta pelas responsabilizações, não somente na esfera criminal desses quatro réus, mas também na nossa petição internacional que está em andamento na Corte Interamericana de Direitos Humanos que busca outras responsabilizações.
Sobrevivente explica como atua associação das vítimas da Boate Kiss
Agência Brasil - Nesse sentido de gerar consciência e fiscalização, as leis Kiss (estadual e federal) têm sido importantes?
Gabriel Rovadoschi - O problema é que a legislação vem sofrendo flexibilizações ao longo do tempo. Nós fomos na Assembleia Legislativa (do Rio Grande do Sul) para tentar frear o processo de aprovação dessas alterações. A gente entende que essas flexibilizações atendem a interesses do empresariado e também de ordem econômica, que vão na contramão do propósito da gente.
Até quando mais pessoas vão ser colocadas em risco pela falta da aplicação das leis? Infelizmente, parece que que se diminuiu a gravidade do que aconteceu com o passar do tempo. E essa gravidade só se intensifica e potencializa. Essa é a nossa luta diária. A gente acorda todos os dias com essa insegurança de não ter garantias de que no futuro possa ser feito algo a respeito.
Agência Brasil - Depois da anulação do julgamento, quais são os próximos passos?
Gabriel Rovadoschi - A anulação mudou abruptamente o horizonte que a gente almejava, o que inclui a construção de memorial, de dar novos passos na luta por justiça. A anulação nos chocou bastante. Nós estamos com recursos especiais nos tribunais superiores. A gente espera que haja a reversão dessa decisão e que seja respeitada a decisão do julgamento anterior.
Agência Brasil - Você espera que o marco dos 10 anos ajude nessa luta de recordar e dar visibilidade à causa dos familiares e sobreviventes?
Gabriel Rovadoschi - Esses 10 anos representam uma marca forte. Trata-se de um tempo cronológico bastante significativo, e que gera novas informações de acesso ao público, como os documentários que foram lançados. Acredito que seja um período de bastante visibilidade e traz visibilidade a nossa luta por justiça, que é incansável.
Sabemos que a impunidade é uma palavra que não é estranha no Brasil. Está no cotidiano do brasileiro e essa não é uma realidade aceitável.
A gente fez ao longo dos anos eventos e alguma arte na fachada. Fazemos intervenções na fachada com colagens e grafite. Nesse sentido, nós temos a tenda da vigília na praça principal aqui da cidade onde ocorrem nossas vigílias nos dias 27 de cada mês. É um lugar da cidade onde é permitido homenagear as vítimas e zelar por essa memória. Isso ocorreu graças à ocupação desse espaço público para tornar permanente.
Agência Brasil - E o memorial?
Gabriel Rovadoschi - Foi feito um concurso em 2017, de um memorial que deve ser construído no local onde funcionava a boate. A gente tem conversado internamente na associação nesse último ano.
Temos avanços significativos nesses estudos sobre como viabilizar essa construção e acreditamos que esse ano ainda a gente tenha boas notícias a respeito disso.
A gente está trabalhando com bastante seriedade nesse sentido porque não é simplesmente um prédio que vai ser demolido para construção de outro. Ao mexer em um prego, a gente mexe dentro de cada pessoa da cidade. Então, isso precisa ser trabalhado de forma comunitária no sentido da construção desse memorial, da responsabilidade emocional que deve ser dada a uma construção.
A gente pensa com a perspectiva de que a própria demolição do prédio só aconteça com a garantia de que todas etapas da construção do memorial.
Gabriel Rovadoschi - É um apelo à conscientização. Essa frase foi uma intervenção que aconteceu em outubro do ano passado por um coletivo de psicanálise aqui da cidade que tem feito várias intervenções com a gente principalmente nesse final de 2022 para mobilizar as pessoas da cidade a se depararem e se questionarem com essa pergunta. Todas as pessoas, quando a gente insere o assunto que pela primeira vez, espontaneamente contam onde estavam, o que faz, quem ligou…
É justamente nessa perspectiva de lidar com o trauma coletivo que essa intervenção foi pensada. É uma perspectiva muito interessante, bonita e potente ao ampliar o sentimento de pertencimento de quem passa ali na frente.
Agência Brasil - Hoje você é psicólogo. Nesses últimos 10 anos como fez para lidar com essa história pessoalmente e também no âmbito profissional?
Gabriel Rovadoschi - Individualmente o caminho foi o da terapia. Entendo que é necessário que cada pessoa tenha espaço onde a palavra possa circular e que possa expor a sua dor de diferentes maneiras. Nessa vertente, eu tenho investido bastante nos meus esforços entre os grupos de sobreviventes e familiares das vítimas. Por isso, é muito importante promover o diálogo e rodas de afeto. Aqui, nas ações da associação, entendemos que o afeto deve ser compartilhado. É o abraço, as mãos dadas… Nós precisamos garantir nesse movimento coletivo que existam esses espaços.
Agência Brasil - As reuniões são permanentes?
Gabriel Rovadoschi - Na verdade, as reuniões não têm esse caráter formal. Vou dar um exemplo prático: na época do julgamento, eu me preocupei com a forma com que a imprensa abordaria, e que seria difícil se proteger das notícias. Conversamos sobre isso abertamente. Sei que a relação com as lembranças e com a memória para cada sobrevivente e familiar varia. Não são todos que conseguem assistir às notícias. Eu pensei em criar uma forma da gente se proteger disso e, na época do julgamento, eu criei um grupo de mensagens para convidar as pessoas a participarem. Justamente para a gente poder comentar entre nós o andamento do julgamento, os episódios que a gente ia experienciar naquele período que eu já previa que seria muito intenso.
Na época do julgamento, a gente teve mais de noventa sobreviventes ali e compartilhando aquele espaço mesmo que virtual mas tendo um espaço. Muitas pessoas falaram pela primeira vez com outras pessoas desconhecidas sobre onde estavam na boate. Foi um momento de compartilhar experiências. Foi muito importante para a gente conseguir suportar aquele momento.
Eu estou vivendo o luto ainda desse Gabriel que eu já fui um dia. Tentando me reconhecer. Minha juventude foi arrancada. Eu tento tratar com carinho essa memória de quem um dia eu fui para poder justamente acolher outras pessoas que passaram por processos parecidos.
Agência Brasil - A experiência te marcou também como psicólogo?
Gabriel Rovadoschi - Há questões na minha formação que me auxiliam, que me amadureceram também e que hoje tento prestar serviço também nesse sentido de conscientização.
Agência Brasil - No seu doutorado, você estuda distúrbios de comunicação. Há relação com o que você viveu?
Gabriel Rovadoschi - Ainda estou construindo, mas de certa forma sim. A temática da afasia é do campo da fonoaudiologia e é uma condição neurológica que afeta a linguagem. De certa maneira, tem a ver porque eu reconheço hoje que tem muita relação com a minha história, me identifiquei com essa condição de alguém com afasia onde se tem algo na cabeça, mas sem a capacidade de dar uma tradução verbal a isso.
Pretendo seguir nessa linha de relação entre essa espécie de afasia da cidade de Santa Maria sobre o assunto nesses dez anos.
O músico mundialmente famoso Angelino de Oliveira, nasceu em Itaporanga, no dia 21 de abril de 1888, porém o talento musical do artista despertou em Botucatu, cidade onde desenvolveu praticamente toda a sua atividade musical. Aos seis anos de idade, Angelino mudou-se, com os pais, para Botucatu, próspera cidade cujo comércio de café e algodão atraia lavradores, tropeiros e mascates, entre outros. Ali fez seus primeiros estudos e tomou contato com violeiros vindos de diversos pontos do Brasil, em busca de oportunidades, o que despertou seu interesse pela música caipira. Sem dúvida, em Botucatu ele ainda é o músico mais cultuado da cidade, apesar de nomes de igual sucesso, como Raul Torres e Antenor Serra, o Serrinha. Angelino de Oliveira compôs e interpretou clássicos como "Tristeza do Jeca","Moda de Botucatu", "Caboclo Velho", "Sabiá", "Prece" e "Incruziada", entre outros tantos sucessos de época. Suas canções foram regravad...
A história que aprendemos não é um espelho do passado — é uma curadoria. Alguém escolheu o que entra, o que sai e, principalmente, o que deve ser esquecido. Livros didáticos , monumentos , datas comemorativas e heróis oficiais não nascem do acaso; são produtos de disputas vencidas. Toda história ensinada é, antes de tudo, a história de quem teve força suficiente para narrá-la. O passado não desaparece quando perde uma guerra. Ele é empurrado para as margens, triturado em notas de rodapé, diluído em termos genéricos como “conflitos”, “ajustes”, “processos inevitáveis”. As vozes dos derrotados não somem — elas são abafadas. Permanecem nas canções populares, nas tradições orais, nos apelidos, nos medos transmitidos de geração em geração. O silêncio também é um documento histórico , mas poucos aprendem a lê-lo. A história oficial gosta de linhas retas: progresso , evolução , desenvolvimento . Ela odeia desvios, contradições e derrotas morais. Por isso, transforma massacres em “pacificaçõ...
Poucos lugares da história despertam tanto fascínio quanto a Biblioteca de Alexandria . Mais do que um edifício, ela representava um projeto ambicioso: reunir todo o conhecimento humano conhecido em um único lugar. Seu desaparecimento não foi apenas a perda de livros, mas o apagamento de séculos de saber, cujas consequências ainda ecoam na história da humanidade. O Sonho de Guardar Todo o Conhecimento Fundada no início do século III a.C., no Egito helenístico , a Biblioteca de Alexandria fazia parte do Mouseion , um centro dedicado às artes, à ciência e à filosofia. Seu objetivo era claro: coletar, copiar e preservar obras de todas as culturas conhecidas. Estima-se que o acervo tenha chegado a centenas de milhares de pergaminhos , contendo tratados de matemática, medicina, astronomia, engenharia, filosofia e história — muitos deles jamais registrados em outro lugar. O Que Realmente Existia Ali Ao contrário da imagem popular de um único prédio monumental, Alexandria era composta por vár...
Nos arredores da cidade de Cluj-Napoca , na Romênia, existe uma floresta evitada por moradores locais e investigada por curiosos do mundo inteiro. A Floresta de Hoia Baciu ganhou fama internacional por concentrar fenômenos inexplicáveis , relatos de desaparecimentos , distorções visuais e registros eletromagnéticos anômalos . Para muitos, trata-se apenas de superstição. Para outros, é um dos lugares mais estranhos da Europa. Onde Fica a Floresta de Hoia Baciu A floresta ocupa uma área relativamente pequena próxima a Cluj-Napoca, mas sua reputação ultrapassa fronteiras. Desde o século XX, moradores evitam o local, relatando sensações de pânico, náusea e perda de orientação ao atravessar determinadas trilhas. O medo não surgiu do nada. Árvores Deformadas e Vegetação Anormal Um dos aspectos mais intrigantes de Hoia Baciu são suas árvores retorcidas, com troncos curvados em ângulos improváveis. Diferente de formações naturais comuns, muitas dessas árvores crescem em espiral, sem explicaç...
O ateliê de criação multimídia, produtora e editora independente NADA Studio Criativo – de Botucatu (SP) – está investindo na publicação de livros utilizando criptomoedas. Essa é uma alternativa de viabilização financeira independente criada em 2006 pelo poeta e editor Baga Defente. A empresa desde 2012 aposta nas publicações no formato "phygital" (que existe simultaneamente nos formatos físico e digital). As publicações utilizam de uma tecnologia chamada Blockchain, utilizada também pela Câmara Brasileira do Livro, e que funciona como uma espécie de livro de registros públicos e imutáveis, em que todos conseguem verificar a autenticidade das informações. Transparência na produção e distribuição O objetivo é obter mais transparência tanto da distribuição quanto dos processos de produção dos livros, assim como na utilização de moedas digitais, as chamadas criptomoedas, na compra de livros e no financiamento de novos projetos editoriais. “Nós acreditamos no apoio atravé...
Em meio às florestas da atual Carolina do Norte, nos Estados Unidos, ocorreu um dos episódios mais perturbadores da história colonial. A vila de Roanoke, fundada no século XVI, entrou para os registros como a colônia perdida — um assentamento onde homens, mulheres e crianças desapareceram sem deixar vestígios claros. Até hoje, o caso permanece sem solução definitiva. A Primeira Colônia Inglesa no Novo Mundo A colônia de Roanoke foi estabelecida em 1587, durante o reinado da rainha Elizabeth I, sob a liderança do governador John White. Ao todo, cerca de 115 colonos ingleses se instalaram na ilha, incluindo famílias inteiras. Entre eles estava Virginia Dare, a primeira criança inglesa nascida nas Américas. Pouco depois da fundação, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que deveria ser uma viagem rápida acabou se estendendo por três anos, devido a conflitos navais com a Espanha. O Retorno e o Desaparecimento Total Quando John White finalmente voltou a Roanoke, em 1590, en...
Nesta edição do Relatos Esquecidos trataremos dos Devoradores de Pecados. Pessoas que realizavam um ritual, onde se alimentando sobre os mortos acabavam assumindo para si, os pecados do cadáver. O ritual iniciava logo após o falecimento, pois assim, a alma do defunto estaria mais suscetível a liberar os pecados permitindo assim que seguisse para a vida eterna em completa paz. Segundo o folclore, o devorador de pecados é praticante de uma forma de magia religiosa. Magia essa, bastante atuante em regiões da Inglaterra e Escócia até o início do século XX, tendo registros principalmente em regiões País de Gales e da América. Em sua grande maioria, os devoradores eram mendigos, entretanto algumas aldeias mantinham seus próprios praticantes. Eles eram levados para o leito de morte e sobre o cadáver, um parente próximo montava uma espécie de mesa no peito do defunto, servindo a ele um pedaço de pão e uma tigela de cerveja. Após rezar ou recitar o ritual, o devorador se alimentava ...
O brasileiro, Walter Orthmann trabalha na mesma empresa há 84 anos e 9 dias, conforme foi verificado pelo Livro dos Recordes, em 6 de janeiro de 2022. Sua paixão, disciplina e compromisso o motivaram a continuar fazendo o que ele ama, tornando-se o detentor oficial do título do Guinness World Records para a carreira mais longa na mesma empresa. Em 17 de janeiro de 1938, aos quinze anos, Walter Orthmann começou a trabalhar no departamento de envios em uma empresa têxtil em Santa Catarina, Brasil, chamada Industrias Renaux S.A. (agora conhecida como ReneauxView). Walter sempre teve muita motivação para aprender coisas novas. Ele nasceu em Brusque, uma pequena cidade em Santa Catarina, Brasil, que foi colonizada por imigrantes alemães. Com chuva ou sol, lama ou geada, Walter andava descalço até a escola para estudar, e depois ainda estudava bastante em casa, com muita tenacidade e bravura. Ele era um estudante excepcional, com uma memória brilhante e atenção aos detalhes...
Descubra a intrigante história de San Zhi , uma comunidade futurista abandonada em Taiwan . Conheça os motivos por trás de seu abandono e maravilhe-se com sua arquitetura única. Uma narrativa fascinante que revela os mistérios de um projeto arrojado. No início dos anos 1980, na costa norte de Taiwan, surgiu um projeto arquitetônico futurista chamado San Zhi. Concebido como uma comunidade de férias de luxo, esse empreendimento prometia ser uma visão viva do futuro. No entanto, antes mesmo de ser concluído, o sonho virou pesadelo e a comunidade foi abandonada, deixando para trás uma paisagem fascinante e misteriosa. San Zhi foi idealizado para ser um resort exclusivo, com uma arquitetura futurista inspirada em espaçonaves . O complexo seria composto por três diferentes tipos de estruturas: os círculos, destinados a residências privadas; os arcos, que abrigariam instalações comerciais; e as unidades de habitação em forma de cápsula . Infelizmente, o projeto enfrentou uma série de problem...
Durante milhares de anos, o tigre-dente-de-sabre foi um dos predadores mais temidos do planeta. Com presas longas e corpo adaptado à caça de grandes animais, ele dominou extensas regiões das Américas, Europa e Ásia. Ainda assim, apesar de sua supremacia, essa espécie desapareceu de forma relativamente rápida no fim da Era do Gelo . O motivo exato continua sendo um debate aberto. Quem Foi o Tigre-dente-de-sabre Conhecido cientificamente como Smilodon , o tigre-dente-de-sabre não era um tigre, mas um felino pré-histórico especializado. Suas presas podiam ultrapassar 20 centímetros, usadas para ataques precisos em presas de grande porte, como bisões e mastodontes . Fósseis encontrados indicam um animal poderoso, mas altamente dependente de um ecossistema específico. Um Predador no Topo da Cadeia Alimentar O Smilodon ocupava o topo da cadeia alimentar durante o Pleistoceno . Sua estratégia de caça exigia força, emboscada e presas abundantes. Diferente de felinos modernos, ele não era um ...
Comentários
Postar um comentário