Tunguska: A Explosão Que Nunca Teve Explicação Definitiva

Na manhã de 30 de junho de 1908 , uma explosão colossal devastou cerca de 2.150 km² de floresta na região de Tunguska , na Sibéria . Árvores foram derrubadas como palitos de fósforo. O impacto foi sentido a centenas de quilômetros de distância. E, ainda assim, nenhuma cratera foi encontrada. Mais de um século depois, o Evento de Tunguska continua sendo um dos maiores mistérios científicos da era moderna. O Que Aconteceu em Tunguska? Relatos de moradores locais descrevem um clarão no céu, seguido por uma onda de choque devastadora. Casas tremeram. Pessoas foram arremessadas ao chão. Animais morreram instantaneamente. Estima-se que a explosão tenha liberado energia equivalente a 10–15 megatons de TNT — centenas de vezes mais poderosa que a bomba de Hiroshima . E o mais intrigante: não houve impacto direto no solo. A Hipótese do Asteroide ou Cometa A explicação mais aceita hoje é que um asteroide ou fragmento de cometa entrou na atmosfera terrestre e explodiu antes de atingir o chão —...

Percy Fawcett; o verdadeiro Indiana Jones, e o Eldorado Perdido

Percy Fawcett; o verdadeiro Indiana Jones, e o Eldorado Perdido


Em 1925, o explorador britânico Percy Harrison Fawcett entrou na Floresta Amazônica e nunca mais voltou. O objetivo declarado era encontrar vestígios de uma antiga civilização, conhecida apenas como Cidade Z, associada ao mito do Eldorado. O desaparecimento de Fawcett se tornou um dos maiores mistérios da história da exploração.

Até hoje, não há consenso sobre o que realmente aconteceu.

Quem Foi Percy Fawcett

Percy Fawcett; o verdadeiro Indiana Jones, e o Eldorado Perdido


Percy Fawcett não era um aventureiro comum. Coronel do exército britânico, cartógrafo experiente e membro da Royal Geographical Society, ele passou anos mapeando áreas inexploradas da América do Sul. Diferente de muitos exploradores da época, Fawcett acreditava que a Amazônia havia abrigado civilizações complexas, contrariando a visão dominante de que a floresta era inabitável.

Seus diários relatam ruínas de pedra, estradas antigas e artefatos indígenas que reforçavam essa convicção.


A Cidade Z e o Novo Eldorado


A chamada Cidade Z não era descrita como feita de ouro, mas como uma sociedade avançada, possivelmente anterior às civilizações conhecidas. Fawcett baseava-se em manuscritos antigos, relatos indígenas e documentos coloniais portugueses.

Para ele, o Eldorado não era um mito, mas uma cidade apagada pelo tempo e pela selva.

Percy Fawcett; o verdadeiro Indiana Jones, e o Eldorado Perdido


A Última Expedição na Amazônia


Em abril de 1925, Fawcett partiu do Mato Grosso acompanhado apenas de seu filho Jack e de um amigo da família, Raleigh Rimell. A decisão de seguir com um grupo reduzido foi intencional: menos pessoas, menos conflitos com tribos locais.

A última comunicação conhecida foi uma carta otimista enviada à esposa, afirmando que estavam confiantes no sucesso da jornada.

Depois disso, silêncio absoluto.



Buscas, Mortes e Teorias


Nas décadas seguintes, dezenas de expedições tentaram encontrar Fawcett. Algumas retornaram sem respostas; outras nunca voltaram. Estima-se que mais de cem pessoas tenham morrido tentando resolver o mistério.

As teorias são muitas: ataque de indígenas, doenças tropicais, fome, conflitos internos ou até a hipótese de Fawcett ter escolhido viver isolado em alguma tribo. Nenhuma delas foi comprovada de forma definitiva.

Evidências Ignoradas e Contradições


Objetos atribuídos a Fawcett surgiram ao longo dos anos, assim como relatos contraditórios de tribos amazônicas. Alguns afirmaram tê-lo visto morrer; outros disseram que ele foi acolhido. A ausência de restos mortais confirmados mantém o caso em aberto.

Curiosamente, estudos arqueológicos recentes indicam que Fawcett pode não estar tão errado: evidências de grandes assentamentos pré-colombianos na Amazônia vêm sendo descobertas, dando novo peso à ideia da Cidade Z.


Um Mistério Que a Selva Não Devolveu


O desaparecimento de Percy Fawcett não é apenas a história de um homem perdido, mas de um conhecimento possivelmente apagado. Entre mito, obsessão e ciência, a Amazônia permanece como guardiã de segredos que talvez nunca sejam revelados.

No fim, a floresta não apenas engoliu um explorador — ela preservou o mistério.
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