Sobre o autor

Meu nome é Renato Fernandes. Sou jornalista, cronista, artesão e pesquisador independente brasileiro. Durante vinte anos atuei no jornalismo regional, cobrindo cultura, curiosidades, personagens e acontecimentos do cotidiano. Essa experiência me permitiu desenvolver um olhar atento para as histórias que normalmente passam despercebidas pelos grandes veículos e pelos registros oficiais. Minha trajetória Antes da atuação no jornalismo, vivi experiências ligadas à estrada, ao artesanato e ao comércio ambulante, percorrendo diferentes lugares e convivendo com pessoas de origens variadas. Essas vivências moldaram minha forma de observar o mundo e influenciam diretamente minha escrita até hoje. Paralelamente à produção de conteúdo, desenvolvi trabalhos nas áreas de desenho, escultura, modelagem de máscaras, impressão 3D e projetos maker, unindo técnicas artesanais tradicionais a ferramentas contemporâneas. Sobre o Relatos Esquecidos O Relatos Esquecidos nasceu da vontade de reunir histórias,...

Caso família Richthofen, o latrocínio que chocou o Brasil

Caso família Richthofen, o latrocínio que chcou o Brasil

No dia 31 de outubro de 2002, Manfred e Marisia Richthofen foram brutalmente mortos enquanto dormiam no quarto do casal, com golpes de instrumento contundente. Na casa, o quarto e o escritório estavam revirados e dinheiro havia sido subtraído, aparentando tratar-se de um “latrocínio” (roubo com resultado morte). 

Os experientes policiais civis do Departamento de Homicídios (DHPP), entretanto, desde o início desconfiaram que a cena do crime havia sido forjada, e passaram a suspeitar que os criminosos estariam dentre pessoas próximas da casa.


No curso das investigações, em poucos dias, a Polícia Civil apurou que os autores do crime eram a filha do casal, Suzane Richthofen, então com 19 anos, o namorado dela, Daniel Cravinhos, de 21 anos, e o irmão dele, Christian Cravinhos, de 26 anos.

Chamou a atenção dos policiais que, após o crime, Christian comprou uma motocicleta à vista, utilizando dólares. Além disso, três dias após a morte dos pais, Suzane comemorou seu aniversário com os irmãos Cravinhos.

Em interrogatório, Suzane, Daniel e Christian confessaram o assassinato e deram detalhes sobre o duplo homicídio. Eles disseram que o irmão de Suzane desconhecia o plano para matar o casal.


O crime foi praticado porque os pais de Suzane reprovavam o namoro dela com Daniel Cravinhos.

Os criminosos levaram dois meses para planejar o crime. Na data combinada, próximo do aniversário de Suzane, ela levou seu irmão a uma lan house. Em seguida, Daniel, Christian e Suzane foram até a casa dos Richthofen.

Primeiramente Suzane foi conferir se seus pais já estavam dormindo. Ela avisou os irmãos Cravinhos acendendo a luz do corredor. Os dois subiram as escadas e ingressaram no quarto. Daniel correu para o lado de Manfred e Christian para o lado de Marisia. Em seguida, os irmãos Cravinhos golpearam as vítimas na cabeça com barras feitas de ferro e madeira.

Suzane ainda pegou sacos de lixo para sufoca-los. Os criminosos ainda introduziram uma toalha molhada na boca de Marisia e cobriram o rosto de Manfred com outra toalha
Autor Relatos Esquecidos

Sobre o Autor

Autor, cronista, artesão visual e pesquisador independente brasileiro. Atuou por cerca de duas décadas no jornalismo regional, cobrindo cultura, curiosidades, personagens e acontecimentos do cotidiano. Criador do Relatos Esquecidos, dedica-se à pesquisa e divulgação de história, arqueologia, cultura popular, mistérios históricos e acontecimentos pouco conhecidos.

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