Na manhã de 30 de junho de 1908 , uma explosão colossal devastou cerca de 2.150 km² de floresta na região de Tunguska , na Sibéria . Árvores foram derrubadas como palitos de fósforo. O impacto foi sentido a centenas de quilômetros de distância. E, ainda assim, nenhuma cratera foi encontrada. Mais de um século depois, o Evento de Tunguska continua sendo um dos maiores mistérios científicos da era moderna. O Que Aconteceu em Tunguska? Relatos de moradores locais descrevem um clarão no céu, seguido por uma onda de choque devastadora. Casas tremeram. Pessoas foram arremessadas ao chão. Animais morreram instantaneamente. Estima-se que a explosão tenha liberado energia equivalente a 10–15 megatons de TNT — centenas de vezes mais poderosa que a bomba de Hiroshima . E o mais intrigante: não houve impacto direto no solo. A Hipótese do Asteroide ou Cometa A explicação mais aceita hoje é que um asteroide ou fragmento de cometa entrou na atmosfera terrestre e explodiu antes de atingir o chão —...
Chico Pé de Pato: o justiceiro que exterminou a marginalidade da Zona Leste de São Paulo nos anos 80
Para compreender como o jovem franzindo, grisalho com pouco mais de um metro e setenta se tornou um dos mais temidos justiceiros da capital paulista é necessário rever sua história de vida. Entender seus dramas e medos.
Então vamos lá: As décadas de 1970 e 80 foram marcadas p
desenvolvimento urbano da capital paulista, faltava mão de obra nos canteiros da construção civil e por conta dessa demanda e motivados pelo plano Grande Milagre Econômico, ocorreu um êxodo de nordestinos e mineiros para a cidade de São Paulo.
Francisco Vital, foi um desses sonhadores que cansado das dificuldades do sertão da Bahia decidiu se arriscar na Capital e atuar na construção civil.
Francisco chegou em São Paulo no ano de 1973. E logo se posicionou profissionalmente, trabalho era o que não faltava, mal finalizava uma empreitada já aparecia outra para ocupar seu tempo. Porém um acidente interrompeu a carreira de Francisco na construção civil, despencou de um andaime, caiu em pé e como consequência adquiriu uma deficiência.
Passou a andar com dificuldade, tinha as pernas tortas na forma do que se chama 10 para as duas, fazendo alusão aos ponteiros de um relógio.
Impossibilitado de continuar nos canteiros de obras, Francisco encontrou uma nova forma de sustentar a família e seus filhos. Montou um bar no perigoso bairro em que morava o Jardim das Oliveiras, Zona Leste.
Lembrando que o crescimento vertiginoso da capital não foi acompanhado por investimentos na segurança. Assaltos e homicídios eram comuns na periferia e Francisco veria o quanto isso iria afetar sua vida ao abrir o bar em 1982, e conseguir trabalhar no local por apenas dois anos.
O estabelecimento era frequentado por todo tipo de pessoas inclusive a bandidagem que comprava, não pagava, brigava, o insultava e pedia para que guardasse drogas.
Francisco era irritado, não aceitava imposições, expulsava com frequência esse tipo de cliente. Porém a maioria deles não o temia. Chico era baixinho, tinha uma deficiência, e talvez, por conta disso não era visto com temor pela bandidagem. Decidiram que o estabelecimento era uma fonte de recursos, o bar foi assaltado incontáveis vezes.
O empresário não tinha como se defender, pedia ajuda para a Polícia, mas as viaturas passavam quase nunca em seu bairro. Foi então que encontrou no radialista Afanásio Jazadji, da Rádio Capital, uma maneira de exigir ações das autoridades policiais. Estava cansado, tinha medo de abrir seu estabelecimento e voltar a ser vítima de violência, porém persistia e diariamente trabalhava atrás dos balcões.
Jazadji tinha dois programas nos anos 1980, atingia um público equivalente a Um Milhão e Duzentas Mil pessoas por hora. O radialista aconselhava Francisco a procurar a polícia e elaborar B.O (Boletim de Ocorrência) e assim Francisco fez diversas vezes.
Continuou ligando para o radialista sempre que acontecia algum incidente e era visto frequentemente na delegacia denunciando crimes e isso acabou incomodando os delinquentes da região.
Um grupo de psicopatas da pior espécie mandou um recado: "Se você voltar a procurar a polícia nós vamos barbarizar sua família".
Francisco, entretanto, não acatou as recomendações e voltou à delegacia deu nomes apontou suspeitos e chegou a ouvir das autoridades policiais de que eram pessoas já procuradas pela justiça e que não faria falta, estando eles vivos ou mortos. A desculpa das autoridades era de que não encontravam os marginais nas rondas.
Naquele mesmo dia, ao retornar para sua casa foi rendido, era uma tarde de janeiro do ano de 1984. Uma gangue com cinco elementos assaltou a residência de Francisco e violentou sua esposa Maria do Socorro Vital, e a filha de apenas 16 anos.
Arrasado e descrente voltou para o sertão, imaginou que distante os pensamentos sobre a violência também ficariam longe.
Mas não foi isso que aconteceu. As imagens da violência ainda estavam vívidas em sua memória. No começo apenas tirava seu sono, com o passar dos dias foi se tornando ódio. E em pouco tempo movido pelo espírito de vingança, decidiu agir: Iria matar todos os envolvidos e passaria a eliminar todo vagabundo que cruzasse seu caminho.
Sua esposa e filha continuaram na Bahia, mas Francisco e seu filho Flávio de 19 anos, voltou para São Paulo após dois meses de exílio. Agora estavam armados e em busca de vingança.
O bar, empresa que montou com tanta dedicação estava destruído e cheio de buracos de bala, mas isso já não importava.
Pois, a primeira coisa que fez ao chegar na capital Paulista foi cumprir sua vingança, matou os psicopatas que violentaram a sua família e deixou um recado claro: "se a polícia não age, eu entro em ação".
Passou a realizar rondas diárias em seu Opala, 76, de porta amarela e para choque verde. Algumas vezes contava com o auxílio de comerciantes locais que também estavam cansados da insegurança, juntos caçavam os delinquentes e entregavam de 3 a 5 por noite para a polícia.
Com o passar do tempo Pé de Pato ganhou a confiança de policiais corruptos, eles perceberam que as ações do justiceiro geravam resultados positivos na delegacia, estava reduzindo a taxa de criminalidade na região de forma vertiginosa, já não tinham assaltos e homicídios, com exceção aos executados por Francisco. Decidiram fazer vistas grossas passando inclusive a apontar e entregar fotos de vítimas cuja existência, segundo eles, não fariam diferença na terra.
A partir de então, passou a exterminar marginais ganhando fama de justiceiro. Por incrível que pareça Pé de Pato trazia segurança para a região. Mas sempre existem dois lados da moeda, a notoriedade também levou medo à população.
Os moradores da Itaim Bibi temiam sair às ruas vestidos com boné ou com roupas extravagantes. Medo que tinha uma lógica, pois realmente, Pé de Pato considerava esse tipo de moda coisa de bandido.
O Justiceiro não se escondia, e o programa de rádio do comunicador Afanázio Jazadi, que no passado era usado por francisco como uma espécie de muro das lamentações, transformou para Chico Pé de Pato em palco e palanque para celebrar seus feitos.
A projeção em torno do Justiceiro da Zona Leste cresceu, seus feitos ganharam as manchetes do principal jornal popular de São Paulo, o extinto Notícias Populares. A cobertura jornalística em torno do assassino criou uma Áurea heróica, era um misto de admiração e medo.
"Nem bem abri o boteco, senti que a barra aqui era pesada. Os vagabundos bebiam fiado, não pagavam e, ainda por cima, queriam que eu guardasse maconha pra eles. Aí estourei e comecei a pôr nego pra fora a pontapés", disse em uma das entrevista ao Notícias Populares.
Foi o jornal que apelidou o justiceiro de Chico Pé de Pato, devido a seu modo peculiar de caminhar após o acidente que ceifou seu futuro na construção civil. A primeira manchete no Notícias Populares, foi em 14 de agosto de 1985, a capa trazia em letras garrafais: “2 Irmãos Liquidados pelo Justiceiro da Zona Leste”, tratavam-se de Airton Valeriano de Souza, conhecido como Ito, e Gilmar Antônio dos Santos.
Em pouco tempo a lista de nomes divulgada pelo jornal apontava que os irmãos encabeçavam uma lista com mais de 30 nomes. A partir daí, Pé de Pato era tema diário na imprensa sensacionalista obrigando os editores a desenvolver uma série de reportagens.
A fama de pé de pato atingia toda a capital, formou-se um verdadeiro fã clube. O público aguardava as histórias de Chico Pé de Pato nos programas de Afanázio Jazadi e no jornal Notícias Populares.
Os casos de homicídios atribuídos à Chico Pé de Pato só cresciam. Dizem que ele exterminou algo em torno de 50 pessoas ligadas ao crime e alguns inocentes. Porém à boca pequena esse número era bem maior, na realidade ele dobra chegando a mais de 100 vítimas.
Apesar das especulações a quantidade de mortos é incerta e isso pouco importava pois aparentemente as ações eram vistas com bons olhos pela polícia.
A reviravolta ocorreu no dia 23 de agosto de 1985, quando Pé de Pato mata um policial à paisana com oito tiros a queima roupa e três facadas na cabeça. A partir de então o justiceiro passou a ser procurado pela Polícia.
O policial Moacir Ferreira Mello estava à paisana em um bar na região onde Pé de Pato atuava e acabou confundindo o grupo do justiceiro com assaltantes, eram sete pessoas armadas em um carro. O policial não atuava na região e para seu azar não conhecia Chico Pé de Pato.
A história do tiroteio foi publicada no dia 24 de agosto de 1985 pelo "Notícias Populares". Nas páginas policiais constava que a troca de tiro ocorreu em um botequim na avenida dos Ipês, 14-A, no Jardim dos Ipês (zona leste).
O grupo de Pé de Pato ia para um churrasco, estacionou para "tomar um aperitivo" revidou ao ataque do policial.
Pé de Pato, já respondia a oito inquéritos seis homicídios e duas tentativas, e após o assassinato do policial passou a ser caçado por tudo isso. O capitão Conte Lopes, ficou responsável pelo Caso Pé de Pato e o primeiro local a receber a visita da Polícia e passar por busca e apreensão foi o bar do justiceiro, na avenida Academia de São Paulo, 1, sua casa, nessa investida da polícia o filho de Pé de Pato foi preso.
Pé de Pato passou a noite em Cubatão e desceu para a Praia Grande, no dia seguinte. Foi no litoral que ficou sabendo através de seu advogado que os Policiais estavam pressionando sua família. Já havia tomado conhecimento de que o portão de sua casa havia sido quebrado, as garrafas do bar foram destruídas e uma considerável quantidade de dinheiro tinha desaparecido.
Seguiu para Itaquaquecetuba, de onde ligou para a produção do programa do radialista pedindo que intermediasse sua rendição. Na realidade, durante a fuga Pé de Pato ligou duas vezes para o programa do radialista, em uma delas pediu desculpas à família do policial que foi executado explicando que o crime foi acidente. Chico Pé de Pato sabia que precisava se entregar, não tinha escolha, acreditava que se se fosse encontrado seria assassinado pelos Policiais. Armou um plano que envolvia seu amigo radialista Afanásio Jazadi.
O radialista acompanhado do amigo Guaracy Moreira Filho, delegado de polícia aposentado, saíram escondidos (não queriam ser seguidos) usando um Opala da produção da rádio Capital para buscar o justiceiro.
Na rua do bar, aproximadamente mil pessoas circulavam a casa de Pé de Pato em apoio ao justiceiro e dificultando qualquer ação policial.
Quando chegou na multidão uma Kombi se aproximou e guiou o carro de Afanasio até o Bar de Pé de Pato. A multidão aplaudia e abria caminho para os dois veículos. A porta do bar se abriu e o Opala entrou no estabelecimento em ré facilitando a entrada de Pé de Pato no Porta Malas do veículo.
A cena de Pé de Pato entrando no porta-malas foi registrada pelo repórter fotográfico do Notícias Populares José Luís da Conceição, e ficou famosa por estampar a manchete do jornal, sobre a prisão do justiceiro.
Mas não foi apenas essas as imagens registradas pelo fotógrafo ele também fez fotografou Pé de Pato pelado de frente, costas e perfil. Uma espécie de garantia, era a prova de que o justiceiro estava inteiro, e sem machucados quando se entregou para a Polícia.
A missão do radialista e do delegado agora era sair dalí e seguir em segurança até os estúdios da rádio Capital, nos Jardins, zona sul de São Paulo. O que não foi difícil já que durante todo o percurso o Opala do radialista era escoltado por seis outros veículos de amigos de Pé de Pato para evitar interceptação da polícia.
Naquele 26 de agosto do ano de 1985, dia em que Pé de Pato se entregou para a Polícia, uma entrevista marcaria recordes de audiência para a Rádio Capital. Conversando com Afanásio ele se colocou como vítima de uma situação e de maus policiais, foi induzido ao crime e matou o policial por engano.
A entrevista foi ouvida por parte da população da Zona Leste. Os moradores do Itaim Bibi acreditavam que a prisão de Pé de Pato faria com que os índices de criminalidade na região aumentassem assustadoramente.
Com isso, cerca de 5 mil Manifestantes pedindo a liberdade do criminoso tomou as ruas próximas ao 50º DP, dificultando a entrada dos policiais ao distrito.
Também havia uma articulação política pela liberdade de Pé de Pato, líderes comunitários procuravam vereadores sugerindo a ideia de abrandar a pena do justiceiro, pois com certeza receberiam o voto de praticamente todo o bairro.
Mas, na verdade o que estava acontecendo é que Chico Pé de Pato tinha certeza que estava marcado para morrer. Tinha inimigos entre os policiais e entre os presidiários. Para os policiais Pé de Pato era um problema, sabia demais, afinal de contas os próprios agentes da lei entregavam ao justiceiro listas de nomes para que fossem capturados. Os presos enxergavam o justiceiro como responsável pela morte de comparsas e familiares.
Alguns meses após a prisão, Chico Pé de Pato precisava ser levado para o Fórum, para concluir os tramites da prisão, porém uma multidão cercava o prédio e para abrir caminho entre a massa popular novamente foi chamado o radialista Afanásio Jazadi. Ele precisou sentar no capô do carro da polícia, e segurando um megafone pedia para que abrissem caminho para que a viatura pudesse passar.
Pé de Pato ficou temporariamente preso no Preso no Deic (Departamento Estadual de Investigações Estaduais), e a partir daquele momento se recusava a dar entrevista sem receber nada em troca, o preço de suas palavras era algo em torno de 20 milhões de cruzeiro.
A repercussão do caso e o suporte que a Rádio Capital forneceu para que Pé de Pato se entregasse inteiro para a Polícia, não foi apreciada por grupos de marginais e a rádio sofreu um atentado.
Foi durante uma manifestação a favor de Pé de Pato que três homens atiraram contra a emissora e tentaram fugir correndo. O tiro acertou um dos vidros. Minutos depois dois autores foram alvejados. Um deles era da Zona Leste e era conhecido como Sujeira.
O julgamento de Pé de Pato foi marcado pela emoção com depoimentos sensíveis posicionando o justiceiro como herói, a depoimento das testemunhas com certeza interferiu na sentença do juíz. Francisco Vital da Silva foi condenado a seis anos de prisão, mesmo tendo feito incontáveis vítimas.
Menos de um ano após a prisão, Pé de Pato foi encontrado morto em sua cela com segundo a imprensa, com mais de 50 facadas, há quem diga que foram mais de 90 estiletadas na verdade. Isso aconteceu durante uma forte tempestade, em uma rebelião de presos na Penitenciária de Franco da Rocha, no dia 28 de janeiro de 1987.
Na região onde Pé de Pato mais atuava a dúvida sobre sua morte ainda existe, há quem defenda que tudo não passa de um plano para que o justiceiro fosse solto e pudesse viver tranquilamente longe de toda essa confusão.
Lenda essa reforçada, pois não existem registros do corpo ou sepultamento do justiceiro.
O livro mais vendido da série Vagalume, é o clássico "A Ilha Perdida" e foi escrito pela autora botucatuense Maria José Dupré, o interessante disso é que a obra se mantém nessa posição desde o lançamento da coleção, há mais de cinco décadas. Isso mesmo, depois de cinquenta anos ele está a frente de mais de 90 títulos lançados pela coleção. A Editora Ática, responsável pela coleção, faz projeções e estima que o romance já ultrapassa 3,5 milhões de cópias vendidas, em dados que passaram a ser registrado nos últimos 44 anos. Não venha me dizer que você não conhece a autora? Ela também responde pior outro clássico da coleção que qualquer bom leitor da terra dos bons ares e das boas escolas deve conhecer, trata-se da obra "A montanha Encantada" , que segundo o acadêmico da Academia Botucatuense de letras, Olavo Pinheiro Godoy, tem fortes indícios de ter sido inspirado pelos mitos das Três Pedras. Agora ficou curioso né! Pois bem vamos aos fatos o livro “A Ilha Perdida” ...
A história da Praça do Bosque, começa no centenário da cidade de Botucatu quando foi construída em 24 horas e segue até os dias de hoje com o anúncio do Shopping Amando. Porém esses não são os único pontos curiosos da atual Praça Comendador Emílio Peduti, afinal de contas ela é cheia de curiosidades e com certeza é hoje, uma das mais movimentadas da cidade de Botucatu. O que poucos sabem é que aqueles espaço nem sempre foi uma praça, na realidade o ambiente passou por muitas transformações ao longo da história de Botucatu, para ter ideia o ponto de encontro de boa parte da população já sediou a Câmara Municipal de Botucatu, foi usada como cemitério, recebeu uma igreja, serviu de endereço para um teatro e se tornou um jardim literalmente da noite para o dia, quando a cidade completou cem anos de história. Bem, acho necessário explicar melhor essa história: no dia em que Botucatu chegou ao seu centenário em 1955, para ser mais específico na noite de 13 para o dia 14 de abril o então pre...
O médico monstro da SS Eduard Krebsbach (Dr. Injeção) tornou-se Standortarzt, traduzindo médico da guarnição de Hitler, no outono de 1941, no campo de concentração de Mauthausen, Ele tinha como tarefa principal supervisionar os cuidados médicos de todos daquele campo de horrores. Foi ele que iniciou uma verdadeira matança em massa por injeção letal, aplicada diretamente no coração de prisioneiros deficientes e doentes. Sob sua supervisão, estima-se que cerca de 900 russo, polonês e Tcheco prisioneiros foram assassinados, suas injeções assassinas eram preenchidas com Gasolina. A fama do médico garantiu a ele o apelido de 'Dr. Spritzbach' (Dr. Injection - Dr. Injeção). É importante lembrar que o médico monstro ficou conhecido na história mundial como o responsável pela construção de uma Câmara de gás no porão do hospital do campo de Mauthausen. Krebsbach tinha prazer no trabalho que exercia, periodicamente ele costumava inspecionar os prisioneiros e fazer seleções para suas...
Em 5 de dezembro de 1945, cinco aviões da Marinha dos Estados Unidos decolaram para um exercício de rotina e nunca mais retornaram. O episódio ficou conhecido como Voo 19 , um dos desaparecimentos militares mais documentados — e contraditórios — da história moderna. O caso se tornaria um dos pilares do mistério conhecido como Triângulo das Bermudas . O Que Foi o Voo 19 O Voo 19 era uma missão de treinamento composta por cinco aviões torpedeiros TBM Avenger , que partiram da Base Aérea Naval de Fort Lauderdale, na Flórida . A missão previa um trajeto simples: navegação, simulação de ataque e retorno à base. A bordo estavam 14 militares experientes, sob o comando do Tenente Charles C. Taylor , um piloto veterano com histórico em combates da Segunda Guerra Mundial. Nada indicava que a missão entraria para a história. A Missão Que Saiu do Controle Pouco tempo após o início do exercício, as comunicações começaram a revelar um cenário alarmante. O líder do esquadrão relatou que os instrument...
Walter Chandoha, amplamente conhecido como o "Ansel Adams dos gatos", dedicou mais de sete décadas de sua vida a fotografar gatos. Sua carreira começou na década de 1940, quando resgatou um gatinho abandonado em uma noite fria de inverno. Esse encontro casual marcou o início de uma jornada que o transformaria no fotógrafo de gatos mais renomado do mundo. O Estilo Único de Walter Chandoha O estilo fotográfico de Chandoha é caracterizado pela sua habilidade única de capturar a essência e a personalidade dos gatos. Usando técnicas de iluminação e composição inovadoras, ele conseguia fazer com que cada imagem contasse uma história. Suas fotografias, sempre vibrantes e cheias de vida, se destacam pela forma como capturam a expressão e o comportamento natural dos felinos. Contribuições para a Publicidade e Cultura Pop Chandoha não apenas conquistou o mundo da fotografia artística, mas também teve um impacto significativo na publicidade e na cultura pop. Suas imagens foram amplamen...
O ex-delegado seccional de Botucatu e ex-diretor do Deinter-4, delegado aposentado Roberto de Mello Anibal, morreu de Covid-19, em um Hospital de Apucarana, no Paraná. Anibal, exerceu funções de liderança na Polícia no início da década de 2000, e assumiu o Deinter-4 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior da região de Bauru), por volta de 2005. O delegado de calsse especial tinha amplo reconhecimento regional e era bastante respeitado em todo o Estado, porém sua carreira foi maculada em 2014, quando foi condenado a cinco anos e quatro meses de prisão pela Justiça Federal por facilitação de contrabando de peças de máquinas de caça-níqueis. O militar estava aposentado há mais de 10 anos, e tem um irmão que ainda reside na região de Botucatu, na cidade de Conchas.
Se você utiliza as redes sociais existe uma pergunta que é necessário fazer: Por que eu quero manter presença nas redes sociais? Se você ainda não se questionou quanto a isso faça. Garanto que a resposta pode mudar drasticamente a forma como se utiliza desse espaço. Outra postura importante, e fundamental, é a respeito da coragem e do medo. O que você posta de maneira fria através do teclado você seria capaz de gritar em um palanque para uma platéia equivalente a seu número de seguidores? Se não é capaz, pense duas vezes antes de postar. Acho necessário um pensamento; aquilo que você posta no perfil alheio, seja em forma de resposta, comentário ou reação você é capaz de dizer na cara da pessoa? Bom, se não é, não cometa o erro de postar, pois a pessoa pode ter mais coragem que você. Falo isso por uma razão simples, essa semana tive um problema com um amigo de escola fiz uma postagem à qual ele discorda e por discordar foi iniciado um debate, uma discussão. Desnecessária, minha postag...
Descubra a intrigante história de San Zhi , uma comunidade futurista abandonada em Taiwan . Conheça os motivos por trás de seu abandono e maravilhe-se com sua arquitetura única. Uma narrativa fascinante que revela os mistérios de um projeto arrojado. No início dos anos 1980, na costa norte de Taiwan, surgiu um projeto arquitetônico futurista chamado San Zhi. Concebido como uma comunidade de férias de luxo, esse empreendimento prometia ser uma visão viva do futuro. No entanto, antes mesmo de ser concluído, o sonho virou pesadelo e a comunidade foi abandonada, deixando para trás uma paisagem fascinante e misteriosa. San Zhi foi idealizado para ser um resort exclusivo, com uma arquitetura futurista inspirada em espaçonaves . O complexo seria composto por três diferentes tipos de estruturas: os círculos, destinados a residências privadas; os arcos, que abrigariam instalações comerciais; e as unidades de habitação em forma de cápsula . Infelizmente, o projeto enfrentou uma série de problem...
A história que aprendemos não é um espelho do passado — é uma curadoria. Alguém escolheu o que entra, o que sai e, principalmente, o que deve ser esquecido. Livros didáticos , monumentos , datas comemorativas e heróis oficiais não nascem do acaso; são produtos de disputas vencidas. Toda história ensinada é, antes de tudo, a história de quem teve força suficiente para narrá-la. O passado não desaparece quando perde uma guerra. Ele é empurrado para as margens, triturado em notas de rodapé, diluído em termos genéricos como “conflitos”, “ajustes”, “processos inevitáveis”. As vozes dos derrotados não somem — elas são abafadas. Permanecem nas canções populares, nas tradições orais, nos apelidos, nos medos transmitidos de geração em geração. O silêncio também é um documento histórico , mas poucos aprendem a lê-lo. A história oficial gosta de linhas retas: progresso , evolução , desenvolvimento . Ela odeia desvios, contradições e derrotas morais. Por isso, transforma massacres em “pacificaçõ...
Em 1925, o explorador britânico Percy Harrison Fawcett entrou na Floresta Amazônica e nunca mais voltou. O objetivo declarado era encontrar vestígios de uma antiga civilização, conhecida apenas como Cidade Z , associada ao mito do Eldorado . O desaparecimento de Fawcett se tornou um dos maiores mistérios da história da exploração. Até hoje, não há consenso sobre o que realmente aconteceu. Quem Foi Percy Fawcett Percy Fawcett não era um aventureiro comum. Coronel do exército britânico, cartógrafo experiente e membro da Royal Geographical Society , ele passou anos mapeando áreas inexploradas da América do Sul. Diferente de muitos exploradores da época, Fawcett acreditava que a Amazônia havia abrigado civilizações complexas, contrariando a visão dominante de que a floresta era inabitável. Seus diários relatam ruínas de pedra, estradas antigas e artefatos indígenas que reforçavam essa convicção. A Cidade Z e o Novo Eldorado A chamada Cidade Z não era descrita como feita de ouro, mas como...
Comentários
Postar um comentário