Tunguska: A Explosão Que Nunca Teve Explicação Definitiva

Na manhã de 30 de junho de 1908 , uma explosão colossal devastou cerca de 2.150 km² de floresta na região de Tunguska , na Sibéria . Árvores foram derrubadas como palitos de fósforo. O impacto foi sentido a centenas de quilômetros de distância. E, ainda assim, nenhuma cratera foi encontrada. Mais de um século depois, o Evento de Tunguska continua sendo um dos maiores mistérios científicos da era moderna. O Que Aconteceu em Tunguska? Relatos de moradores locais descrevem um clarão no céu, seguido por uma onda de choque devastadora. Casas tremeram. Pessoas foram arremessadas ao chão. Animais morreram instantaneamente. Estima-se que a explosão tenha liberado energia equivalente a 10–15 megatons de TNT — centenas de vezes mais poderosa que a bomba de Hiroshima . E o mais intrigante: não houve impacto direto no solo. A Hipótese do Asteroide ou Cometa A explicação mais aceita hoje é que um asteroide ou fragmento de cometa entrou na atmosfera terrestre e explodiu antes de atingir o chão —...

Como cães e gatos: saiba como evitar brigas entre os seus pets

Como cães e gatos: saiba como evitar brigas entre os seus pets


No cinema e nos desenhos animados, cachorros e gatos costumam ser retratados como inimigos mortais, mas a realidade pode estar bem distante da ficção. Apesar de serem de espécies diferentes, esses bichinhos de estimação podem perfeitamente conviver em harmonia.

Segundo o coordenador do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera, Frederico Fontanelli Vaz, não há fatores biológicos decisivos que expliquem a suposta “competição” entre os animais.

“Essa relação entre cão e gato é marcada, sobretudo, por disputas de território, objetos, brinquedos e atenção dos tutores. É perfeitamente possível fazer com que as duas espécies convivam em paz na casa, ou ao menos que se respeitem no ambiente”, afirma o médico veterinário.

A seguir, o especialista lista algumas dicas para que os tutores consigam fazer a paz reinar entre os bichos.

Analise a idade dos animais antes da adoção


Se você já tem um gato filhote, trazer um cachorro mais velho pode não ser uma boa ideia, pois o filhote poderá brincar com o novo animal idoso e causar estresse. Da mesma forma, se na residência já há uma cadela adulta, ela não terá a mesma energia para acompanhar as brincadeiras de um animal mais novo.

Há alguns casos em que uma cadela pode aceitar filhotinhos - seja de cão ou de gato - de forma receptiva, de certa forma até como se eles fossem suas crias. A combinação de fatores como idade e hábitos em comum dos animais é um bom começo de convivência pacífica.

Ofereça espaço, comida e brinquedos individuais


A maior parte das desavenças entre os animais se dá por conta de território. O animal dominante, geralmente o primeiro, ou que está a mais tempo no ambiente, não vai querer perder seu espaço, e por isso é comum que o pet fique agressivo e até depressivo com a chegada de um novo bicho em casa.

Por essa razão, é importante que o tutor crie ambientações para que os animais se sintam bem e não tenham sua competição por território estimulada: brinquedos, caminhas, banheirinhos e potes de água e ração não devem ser compartilhados, cada animal deve ter o seu.

Além disso, é interessante que haja alguma ambientação para os gatos, com nichos ou plataformas onde os animais possam ficar no alto -- é um comportamento natural desses animais -- e que sejam uma área de “refúgio” caso eles sejam atacados ou perseguidos pelos cachorros.

Dê atenção aos pets


A competição entre os pets também pode ser causada por atenção desmedida entre os animais. O tutor deve dar a mesma atenção a todos os animais, começando em especial pelos pets que vivem há mais tempo no local. Da mesma forma, na hora de distribuir a comida, os primeiros bichos do local devem ser alimentados primeiro.

Crie um ambiente de harmonia


Os animais devem ser estimulados a conviver pacificamente, e o tutor deve estimular brincadeiras e repreender brigas. Quando testemunhar alguma desavença entre eles, o ideal é não bater, castigar, mas sim, repreendê-los.

Por outro lado, quando perceber avanços na relação deles, como uma brincadeira em conjunto ou os dois dividindo caminhas, isso deve ser festejado -- com petiscos ou palavras de carinho, assim o animal fará a associação que o relacionamento harmonioso é recompensado com bons momentos.

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